Maggie Pardo

Maggie Pardo


POSTED ON December 14th, 2009
antibiosis

antibiosis


POSTED ON December 14th, 2009

The Rolling Stones, “Tumbling Dice (live)”


POSTED ON December 14th, 2009
“Jimi Hendrix”, 1973
POSTED ON December 14th, 2009
"I wanna hang a map of the world in my house. Then I’m gonna put pins into all the locations that I’ve traveled to. But first, I’m gonna have to travel to the top two corners of the map so it won’t fall down."
Mitch Hedberg, famoso também pela frase “I used to do drugs. I still do, but I used to, too”.

POSTED ON December 14th, 2009
10 álbuns de 2009

Fiquei em dúvida se montava minha lista pessoal baseando-se inteiramente na qualidade dos álbuns ou naqueles que eu mais me afeiçoei e por isso ouvi mais durante o ano.

No fim resolvi seguir, digamos, o coração ao invés de fazer algo puramente racional. Até porque a lista que fiz aqui pro blog ano passado difere sensivelmente da opinião que tenho hoje da música em 2008 e são, afinal, os álbuns que mais ouço mesmo.

# Dirty Projectors, Bitte Orca

Eu já estava preparado pro tipo de música que a banda faz depois de ouvir o ‘Rise Above’, um álbum que recriou ‘Damaged’ do Black Flag da maneira mais inusitada possível. E de todos os álbuns da lista este é mais peculiar, aquele que chama mais atenção pela estranheza e por isso mesmo, parece inclassificável. Porém, a grata surpresa é que, de toda a discografia da banda, este é o mais acessível e agradável.

Apareceu no blog com a reprodução da capa do álbum.

# John Frusciante, The Empyrean

Quem me sugeriu ouvir Frusciante foi um amigo que adora as gravações lo-fi do início da carreira-solo do guitarrista do Red Hot Chili Peppers. Acontece que, como brinco com o amigo, essas gravações parecem que foram feitas num banheiro minúsculo e da maneira mais precária possível. Por isso, ouvir este ‘The Empyrean’ foi uma ótima surpresa. Frusciante não é o tipo de guitarrista virtuoso. É daqueles que, aparentemente, faz as coisas na sensibilidade.

Apareceu no blog com a música “Today”.

# Dan Auerbach, Keep It Hid

Parece The Black Keys, mas não é. Enquanto a banda cria um som mais garage rock: pesado, agressivo, visceral; este álbum-solo aqui apresenta momentos mais intimistas com ecos de blues (mais que o The Black Keys) e alguma coisa de country.

Apareceu no blog com a música “Whispered Words”.

# St. Vincent, Actor

Um álbum que foi chamando a atenção aos poucos. Uma música aqui, outra acola e logo, gostava (muito) do álbum todo. Ao que me consta, todas as canções são narradas por uma mulher, ora enfastiada com o mundo de aparências em que vive, ora trancada num hotel à espera de motivação. Por tudo isso, o álbum é conceitual e nem por isso burocrático.

Apareceu no blog com os vídeos de “Actor Out of Work” e “Marrow”.

# Phoenix, Wolfgang Amadeus Phoenix

O álbum pop do ano. Dançante, bem feito e redondinho. O tipo de coisa pra se ter e ouvir sempre que quiser alegrar um pouco. E, olha, não é exagero não, viu.

Por um lapso que só agora percebo, não apareceu no blog em momento algum neste ano. Relacionado com o álbum, digo.

# Soap&Skin, Lovetune for Vacuum

Há alguns anos atrás eu nem me esforçaria pra ouvir algo assim sabendo de antemão que não gostaria. Impressionou pela melancolia e pelo lirismo, algo a ser levado em consideração no álbum de estréia de uma garota de 18 anos.

Apareceu no blog com a música “Cynthia”.

# Mayer Hawthorne, A Strange Arrangement

Ah, o lado alegre e dançante da lista - junto com Phoenix, claro. É o tipo de música que, em termos de qualidade absoluta, não é lá expressivo. Ouvi álbuns melhores que este, é verdade. Mas poucos deles me alegraram tanto como esse aqui. Da segunda música (sim, porque a primeira é um ‘anúncio’) até a última, o álbum é uma sucessão de canções divertidas.

Apareceu no blog com a música “Maybe So, Maybe No”.

# Arctic Monkeys, Humbug

Convenhamos, uma banda que faz um enorme sucesso de crítica e de público e que consegue chegar ao terceiro álbum de maneira coesa é algo digno de respeito no mundo da música pop. Gostei da mudança na sonoridade da banda e, detalhe importante, muitas músicas boas.

Não apareceu antes aqui.

# The Dodos, Time to Die

Disse há poucos dias que, das bandas de neofolk que surgiram nesta década, o The Dodos era a que mais se distinguia pelo som alegre. Adoro o uso da bateria nas músicas do trio.

Apareceu no blog primeiramente com a música “Two Medicines” e depois com o vídeo “Longform”

# André Ethier, Born on Blue Fog

Cheguei até este álbum por um daqueles acasos. Fuçava sem objetivo definido no Rate Your Music quando vi essa capa e, sem saber de nada sobre que tipo de música era, me pus a procurá-la pra baixar. A intuição desta vez foi acertada: o álbum é fascinante.

Apareceu no blog com a música “Infant King”.


POSTED ON December 13th, 2009
Mariela Paz Izurieta

Mariela Paz Izurieta


POSTED ON December 13th, 2009
Harry Mitchell

Harry Mitchell


POSTED ON December 13th, 2009
Lina Scheynius

Lina Scheynius


POSTED ON December 13th, 2009

Piano stairs

A idéia é simples: como fazer as pessoas usarem mais as escadas ao invés das escadas rolantes? O resultado você vê neste vídeo.


POSTED ON December 13th, 2009

POSTED ON December 12th, 2009
Mia Farrow and Magical Mystery Tour

Mia Farrow and Magical Mystery Tour


POSTED ON December 12th, 2009
The Ninth Annual Year in Ideas

Tal qual ano passado, o The New York Times publica um compêndio das idéias de 2009. Vários artigos fascinantes como “Cows With Names Make More Milk”, “Predictive Smiles” e minha preferida “Zombie-Attack Science”, entre outras.


POSTED ON December 12th, 2009
The Top 10 Everything of 2009

Cinquenta tópicos que cobrem desde os óbvios melhored discos, filmes e séries até os não tão óbvios melhores tweets e escândalos.


POSTED ON December 12th, 2009
Eugenia Grasso

Eugenia Grasso


POSTED ON December 12th, 2009